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Cidades

Sindicato denuncia caos nas UPAS de Belo Horizonte por causa da Covid-19

Sindicato dos Servidores Públicos Municipais de Belo Horizonte afirma que mortes aconteceram nas unidades por falta de respirador. Prefeitura da capital nega

Por João Henrique do Vale

O aumento de casos de Covid-19 em Belo Horizonte está deixando as unidades de pronto atendimento (UPAs) em situação caótica. O Sindicato dos Servidores Públicos Municipais (Sindibel) denuncia a falta de respiradores, que teria ocasionado duas mortes. A prefeitura nega a escassez dos equipamentos. 

O Sindibel afirma que entre sábado e segunda-feira, 21 pacientes morreram nas UPAs da cidade. “Em toda a rede SUS-BH, 200 pessoas estão na fila por um leito. A rede privada também está com fila de espera. Faltam equipamentos necessários para os atendimentos. Já tivemos casos em que os profissionais de saúde não tiveram pontos de oxigênio, balas de oxigênio, bombas de infusão, monitores, medicamentos ou respiradores mecânicos para pacientes”, afirmou a entidade. 

Por meio de nota, a prefeitura de Belo Horizonte afirmou que a cidade se encontra em uma situação grave em relação à pandemia da Covid-19. “As UPAs da capital têm apresentado aumento na procura por atendimento nas unidades e a Secretaria Municipal de Saúde trabalha de forma ininterrupta para que todos os pacientes sejam atendidos”

Ressaltou que vem empreendendo todos os esforços para abrir novos leitos e que todos os pacientes hospitalizados nas instituições da Rede SUS que necessitam de UTI já foram cadastrados na central de leitos, que funciona 24 horas, sete dias por semana, inclusive nos feriados. 

Sobre insumos, oxigênio e medicamentos, a prefeitura ressalta que os estoques estão abastecidos nas UPAs. “A informação de que pacientes morrerem devido à falta de respirador não procede. Nas nove UPAs são 75 respiradores”, finalizou. 

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