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Imagem: Marcelo Camargo/Agência Brasil

Tanqueiros pedem redução do ICMS do diesel e dizem que MP do reajuste do frete é insuficiente

Categoria não descarta paralisação se medidas não forem tomadas para diminuir o valor dos combustíveis


Por João Henrique do Vale

Os transportadores de combustível e derivados de Minas Gerais solicitaram ao Governo estadual a redução do ICMS que incide no diesel. A tentativa da categoria é diminuir os custos para os caminhoneiros em um período de alta no preço dos combustíveis. O presidente do Sindicato das Empresas Transportadoras de Combustíveis e Derivados de Petróleo de Minas Gerais (Sindtanque-MG), Irani Gomes, também criticou a Medida Provisória (MP) do Governo Federal que modifica as normas para reajuste do frete dos caminhoneiros. 

Representantes do sindicato estiveram, nessa terça-feira, reunidos com representantes do Governo de Minas, entre eles, o secretário de Estado de Fazenda (SEF), Gustavo Barbosa, e a secretária de Estado de Planejamento (Seplag), Luísa Barreto. 

De acordo com Irani Gomes, não houve uma sinalização para a redução do ICMS. “Falamos sobre as alíquotas dos combustíveis, onde tem sido o fator principal de oneração para a categoria. Pedimos a redução do ICMS do óleo diesel que passe de 14% para 12%. O governo expôs a situação do estado e diz que neste momento conservará o congelamento das alíquotas onde deixa de arrecadar 2 bilhões por ano”, explicou. 

O presidente do sindicato criticou a Medida Provisória assinada pelo presidente Jair Bolsonaro Federal que modifica as normas para reajuste do frete dos caminhoneiros. “Quando o diesel oscilar 5% o repasse será feito para todo o transporte, antes era 10%. Essa medida não trás um alívio para o transportador autônomo, de carga e caminhoneiros, pois hoje o problema é o preço do combustível que está sendo estipulado pela política de preço da Petrobras. Estamos pagando preço internacional. A categoria não consegue trabalhar desta forma. O frete está em uma defasagem de 30%”, comentou. 

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