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Imagem: Sindpros/Divulgação

Trabalhadores da rede pública estadual de Saúde suspendem greve após determinação judicial

Sindicato que representa a categoria afirma que sete das 21 unidades da Rede Fhemig pararam na segunda-feira (4)


Por Déborah Lima

Os trabalhadores da Fundação Hospitalar do Estado de Minas Gerais (Fhemig), que haviam iniciado uma paralisação na segunda-feira (4), decidiram acatar a decisão da justiça que determina a suspensão da greve até que o juiz marque uma audiência de conciliação entre o sindicato e o governo.

Os trabalhadores de sete hospitais da Fhemig chegaram a parar as atividades e protestaram na porta do Hospital de Pronto-Socorro João XIII, em Belo Horizonte.

Os servidores da rede pública estadual de saúde buscam por isonomia com reajuste de benefícios que outros servidores públicos já recebem.

“Enquanto os servidores da Seplag, que trabalham de home office, terão R$ 28 a mais pago por dia na ajuda de custo, os plantonistas da Fhemig, que trabalham nos hospitais, terão apenas R$ 6”, informou o Sindicato do Profissional de Enfermagem, Auxiliar de Apoio da Saúde, Técnico Operacional da Saúde, Analista de Gestão e Assistência à Saúde (Sindpros), por meio de comunicado.

“O governo de Minas aproveitou do reajuste na ajuda de custo para acabar com a paridade do pagamento que existia entre diaristas e plantonistas que cumprem a mesma carga horária”, acrescentou.

Em nota, a Fhemig “reafirma que mantém diálogo aberto com os trabalhadores”. Além disso, a Fundação diz que as tratativas de revisão das resoluções que definem os valores a serem pagos “estão em curso”.

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