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Imagem: PBH / Divulgação

“Vamos fazer o necessário para que não prolifere em BH”, diz Kalil sobre Ômicron

Prefeito afirmou que o comitê de enfrentamento está monitorando os avanços da nova variante pelo mundo


Por João Henrique do Vale

O Comitê de Enfrentamento à Covid-19 da Prefeitura de Belo Horizonte (PBH) está atenta ao avanço da variante Ômicron pelo mundo. A capital mineira investiga um caso da nova cepa em uma paciente que chegou do Congo, na África, no último domingo. O prefeito Alexandre Kalil (PSD) afirmou que tudo está sendo feito para evitar a contaminação dos moradores da cidade com este vírus. 

“Vamos fazer o necessário para que não prolifere em BH”, afirmou Kalil ao visitar as obras do Programa Vila Viva no Aglomerado Santa Lúcia. A preocupação com a nova variante é devido a uma mulher que chegou a capital mineira no domingo depois de passar pela África. Ela teve a confirmação de Covid-19. O sequenciamento do vírus está sendo realizado para saber se trata da Ômicron. 

Festas na cidade 

O prefeito Alexandre Kalil segue com o mesmo posicionamento sobre as festas em Belo Horizonte. Segundo dele, a prefeitura não irá organizar o Ano Novo e nem o Carnaval. “A prefeitura não vai soltar um fogo de artifício e nem bancar o carnaval”, disse. 

Kalil também aproveitou para cutucar quem o criticou por não fazer o carnaval. “Já um perigo iminente. Quando eu disse há dois meses que não era o momento, fui criticado. Agora, todo mundo está voltando atrás, coisa que eu não gosto de fazer”, completou.

Obras do Programa Vila Viva 

O prefeito Alexandre Kalil visitou as obras do Programa Vila Viva no Aglomerado Santa Lúcia. Foram realizadas intervenções urbanísticas, como abertura e ampliação de ruas e becos, implantação de rede de drenagem pluvial, redes de água e de esgoto e construção de áreas de lazer, além da construção de moradias. Nesta última etapa estão sendo entregues 100 unidades de moradia. Os apartamentos são destinados às famílias removidas de áreas de risco ou de locais que precisaram ser desocupados para a realização de obras.

“São obras paradas desde 2010. São obras importantes para este povo carente que está precisando. Quero dar um carinho a esse pessoal que está sofrendo tanto”, afirmou Kalil. 

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