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Imagem: João Henrique do Vale/Rede 98

Zema promete solução para recomposição salarial da segurança pública

Reuniões estão sendo realizadas entre o Governo de Minas e representantes das categorias para tentar uma solução


Por João Henrique do Vale

O governador Romeu Zema (Novo) afirmou, nas redes sociais, que tem o compromisso de encontrar soluções para a recomposição salarial pleiteada pelas forças de segurança pública de Minas Gerais. Reuniões estão sendo realizadas entre o Governo do Estado e representantes das categorias. Nesta quinta-feira, as negociações devem continuar. 

Por meio do Twitter, Zema afirmou que devem anunciar, em breve, soluções para as forças de segurança. “Mesmo diante das dificuldades nas contas do Governo do Estado, estamos avaliando condições para efetuar a recomposição salarial dos servidores públicos de Minas. Tenho o compromisso de encontrar soluções, que em breve serão anunciadas”, disse o governador nessa quarta-feira.

No mesmo dia, uma cartilha com orientações aos agentes durante a paralisação foi divulgada por entidades ligadas a bombeiros e policiais militares de Minas Gerais. No documento, a instrução é que as tropas devem agir em estrita legalidade, cumprindo apenas as atribuições previstas no regulamento da função. 

A greve da segurança pública afeta também alguns serviços. No Departamento de Trânsito (Detran) da Gameleira, longas filas se formam. Os agentes aderiram a chamada Operação Padrão. Com isso, há demora no atendimento ao público. A Polícia Civil ressalta que todas as pessoas com agendamento estão sendo atendidas. 

Paralisação 

A paralisação foi deliberada pela categoria, na segunda-feira, em manifestação em Belo Horizonte. Entre as exigências dos manifestantes está a recomposição salarial da categoria, de 41%.

A proposta foi enviada pelo governador Romeu Zema (Novo) à Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG), no fim de 2020, e dividia a recomposição em três parcelas: 13% a serem pagos em julho de 2020, 12% em setembro de 2021 e 12% em setembro de 2022. Até o momento, somente uma das parcelas foi paga pelo Executivo Estadual. Além disso, são contra a adesão do estado ao Regime de Recuperação Fiscal

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