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Economia

Expominas volta a funcionar como centro de eventos

Equipamento havia sido utilizado como Hospital de Campanha, e foi devolvido aos gestores originais na última quarta-feira. Retomada depende de protocolos sanitários da prefeitura

Por Da Redação

Depois de quase 8 meses sendo utilizado pelo Governo de Minas como Hospital de Campanha, o Expominas volta a funcionar como um dos principais centros de eventos de Minas Gerais.

O equipamento foi devolvido aos gestores originais na última quarta-feira. 

Segundo Márcia Ribeiro, Diretora de Negócios e Marketing do Expominas, o momento é de reunir os principais realizadores do setor de turismo de eventos e de negócios, para planejar a recuperação de um dos setores que mais sofreu e ainda sofre os impactos da pandemia. "Os produtores estão acostumados a trabalhar com as novidades de licenciamentos e alterações nas leis. Se tem um setor que pode responder com muita agilidade e competência na implantação dos protocolos sanitários é o de eventos. Várias indústrias e grandes empresas buscam ajuda destes profissionais para aplicação destas regras em suas plantas industriais. Acredito que o setor de eventos de negócios dará uma grande contribuição para a recuperação da economia brasileira, com muita fluidez e dinamismo necessários em todos os cenários”, afirmou.

O Expominas já tem eventos agendados ainda para 2020 e aguarda a próxima onda de liberação pelo Comitê de Saúde da Prefeitura de Belo Horizonte e segue sua missão de incrementar, gerar renda e emprego para toda a cadeia turística e de negócios de Minas Gerais.

O setor, até o ano passado, foi responsável por 25 milhões de empregos e gerou receitas de mais de 50 bilhões de reais por mês, o que significou quase 13% do PIB nacional. 

Hospital de Campanha

Erguido em uma parceria do Governo de Minas com a Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais (Fiemg), o Hospital de Campanha foi entregue à população em 15 de abril, e teve suas atividades encerradas no dia 10 de setembro. Ao custo de R$ 5,3 milhões, a estrutura contava com 18 mil metros quadrados e mais de 700 leitos de combate à Covid-19. Entretanto, o equipamento não foi utilizado durante a pandemia.

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