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Educação

Professores grevistas de BH mantém greve por falta de condições sanitárias

Segundo o sindicato da categoria, as condições de trabalho não são adequadas para o desempenho profissional da educação durante a pandemia

Por Marcello Oliveira

Um dia após a secretaria municipal de educação afirmar que os professores que aderirem à greve terão os salários cortados, a categoria decidiu manter a chamada “Greve Sanitária” por “não existirem condições das escolas funcionarem com segurança pelos altos índices de contaminados, mortes e contaminação que existem hoje”, diz parte da nota enviada pela presidente do Sind-Rede, Vanessa Portugal.

De acordo com o sindicato, também não há equipamentos adequados. “Muitas escolas estão em obras, há inconsistências entre os protocolos e as orientações para funcionamento das escolas, não existe testagens, para os trabalhadores terceirizados a situação é mais caótica, sequer as pessoas de grupo de risco estão resguardadas”, diz a nota.

Sobre o risco e as diretrizes de trabalho durante a pandemia, o sindicato informou que procura seguir as orientações órgãos e autoridades sanitárias. “Nos pautamos nas orientações de organizações como o a Fiocruz e do próprio comitê de COVID da prefeitura,que mudou sua orientação mesmo havendo agravamento de novas cepas”.

Os trabalhadores da educação planejam fazer um ato simbólico na porta da Prefeitura de BH na próxima segunda (03). 

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