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Internacional

Imagem: Divulgação / Missão Haiti

Missão Haiti: comissão que vai ajudar sobreviventes desembarca em Porto Príncipe

Comitiva vai atuar em ações de suporte aos atingidos pelas catástrofes que atingiram o país

Por Lucas Rage

A comitiva brasileira que prestará auxílio às vítimas das catástrofes no Haiti pousou, nessa segunda-feira (23), em Porto Príncipe

O grupo se reuniu com a ministra-conselheira Marissol Tereza Chaves Romaris, do Ministério das Relações Exteriores. 

A reunião foi importante para atualizar os militares sobre a situação do país e começar a planejar as ações da equipe, que permaneceu em Porto Príncipe. A configuração da missão pode sofrer alteração em função das necessidades e dos entendimentos que estão sendo mantidos com o governo haitiano.

Nesta quarta-feira (25), eles seguirão para a cidade de Les Cayes, onde irão estabelecer a base militar. 

Todo o recurso necessário e apoio logístico tem sido providenciado pela Embaixada Brasileira, mas algumas limitações como sinal de internet ainda é um desafio para a comunicação mais fluida e repasse das informações.

 As primeiras percepções da experiente equipe mineira quanto ao cenário que contemplaram no Haiti são de que as condições se assemelham ao quadro que enfrentaram em Moçambique em 2019, quando o ciclone tropical destruiu a cidade de Idai e outras comunidades vizinhas. 

As necessidades e empenhos são parecidos e a única certeza é que o trabalho será árduo nesses dias.

Mineiros participam do esforço

Quatro militares mineiros integram o efetivo que vai auxiliar os trabalhos no Haiti. São eles capitão Tiago Silva Costa, tenente Rafael Rocha, sargento Wesley Bernardes Faria e sargento Thales Leite Braga, que seguem rumo a uma missão no país que foi devastado por um terremoto no dia 14 deste mês. 

Além dos equipamentos de emergência e insumos, a equipe mineira também está munida de ferramentas tecnológicas próprias para atuar em missões de colapso de estruturas tais como detectores de vida, equipamentos de precisão que contam com microfones que conseguem captar ruídos nos escombros e sensores que detectam sinais vitais como respiração e batimentos cardíacos. 

Os sensores sísmicos e acústicos do sistema convertem as vibrações criadas pela vítima em sinais auditivos e visuais. O CBMMG é atualmente o único Corpo de Bombeiros no país a possuir esse tipo de equipamento específico que ajudará sobremaneira no trabalho de buscas.



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