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Opinião

Fui surpreendido com um documento intitulado “Manifesto contra a privatização do saneamento em MG” em um site disponível na internet.

O documento critica a proposta do Governo de MG quanto à formação dos blocos de cidades que seriam objeto de processos de licitações para concessão dos serviços de abastecimento de água e tratamento de esgoto no estado

Ao ler o conteúdo do documento que apresenta 53 assinaturas — dentre as quais, PT e CUT — fico me perguntando em que país estão vivendo. Isso porque se posicionam contra uma mudança prevista — e demandada — por lei federal. Mais especificamente, a Lei 14026/2020

Ora, a sugestão seria descumprir a lei federal? Ainda vivemos em um Estado Democrático de Direito e as leis estão aí para serem cumpridas. 

Ademais, sabemos que a condição atual do saneamento básico — claramente defendida pelo manifesto que se posiciona contra a mudança — tem como resultado 30 milhões de brasileiros sem água potável e o esgoto de mais de 100 milhões de pessoas sendo despejados nos cursos d´água diariamente, resultando em doenças e mortes, além de perda deste bem não renovável que é a água.

Já passou da hora de todos, independentemente da ideologia, apoiarmos a modernização do saneamento básico para que o serviço seja universalizado. Fica meu recado aos 53 subscritores do manifesto: “Deixem de lado os interesses próprios e vamos pensar no bem comum da sociedade”.

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