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Política

Imagem: Divulgação/CMBH

Em depoimento à CPI, chefe de gabinete de Kalil critica ex-presidente da BHTrans e insinua "complô"

Internamente, na prefeitura, comenta-se que Alberto Lage decidiu "chutar o balde" sobre a BHTrans e que, em breve, pode deixar o cargo na administração municipal

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Lucas Ragazzi

Jornalista dos programas Central 98 e 98 Talks, especialista em política


Em depoimento à CPI da BHTrans na Câmara Municipal, o chefe de gabinete do prefeito Alexandre Kalil, Alberto Lage, fez críticas à atuação do ex-presidente da BHTrans e insinuou que um outro depoente, o ex-fiscal de contratos da empresa Adilson Elpídio Daros, mentiu à comissão. A oitiva foi realizada na manhã desta quinta-feira (26). 

Internamente, na prefeitura, comenta-se que Lage decidiu "chutar o balde" sobre a BHTrans e que, em breve, pode deixar o cargo na administração municipal. Há alguns dias, o prefeito do Rio de Janeiro, Eduardo Paes, sinalizou convite ao chefe de gabinete de Kalil para que ele passasse a integrar a equipe carioca. Ainda não houve definição.

Segundo Lage, foi Célio Bouzada, presidente da BHTrans entre 2017 e 2020, o autor da nota técnica que solicitou o pagamento extra às empresas de ônibus relativo à antecipação de repasses para o vale-transporte. Na oitiva de Adilson Daros, o ex-servidor afirmou que a decisão havia partido do atual secretário de Fazenda, João Fleury. A nota técnica em questão foi assinada por Daros endossada pelo ex-diretor da empresa Daniel Marx Couto e remetida ao então chefe da Fazenda, o hoje vice-prefeito Fuad Noman. 

O chefe de gabinete de Kalil aponta, ainda, a suposta existência de um racha entre grupos internos na prefeitura, com pessoas ligadas ao ex-presidente da BHTrans, Célio Bouzada, de fazer "armações" contra o grupo do atual chefe da empresa, Diogo Prosdocimi.

* Esta coluna tem caráter opinativo e não reflete o posicionamento do grupo.
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