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Imagem: Amira Hissa / PBH

PF investiga ligação de Kalil com empresários do setor do transporte público


Por Da Redação

Um inquérito foi aberto pela Polícia Federal (PF) para apurar vantagens indevidas que podem ter sido recebidas pelo ex-prefeito Alexandre Kalil (PSD) na Campanha de 2020.

A suspeita é que o pré-candidato ao Governo de Minas tenha sido favorecido com repasses de verbas de empresários ligados ao setor do transporte público de Belo Horizonte.

O pedido de investigação foi feito pela promotora Marta Alves Larcher, do Ministério Público Eleitoral, após receber denúncias de que Kalil e Adalclever Lopes, ex-secretário de Governo do ex-prefeito, tenham recebido verba na pré-campanha.

A denúncia também aponta possível favorecimento de Kalil aos empresários de ônibus com repasse de recurso na pandemia. O até então prefeito, fez um adiantamento de R$ 218 milhões referentes a compra de passagens antecipadas para servidores municipais.

A ação foi investigada na Câmara Municipal de Belo Horizonte na Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da BHTrans. No relatório final, os vereadores sugeriram o indiciamento de Kalil. O MPMG analisa os resultados da CPI.

O que dizem os envolvidos

Por meio de nota, o ex-prefeito Alexandre Kalil afirmou que não tem medo da investigação.

“Investiguem! Chegou a campanha eleitoral e corrupto é que tem medo de investigação de Ministério Público e Polícia Federal. Essa CPI foi totalmente política, armada pelo Palácio Tiradentes. É tema requentado que já foi debatido antes. Não passa de ‘novidade eleitoreira’”, afirmou. 

Já Adalclever Lopes disse, por meio da assessoria de imprensa, que não tem conhecimento do inquérito. Completou dizendo que no período citado (nas denúncias), 2020, sequer trabalhava na prefeitura e, mesmo depois de nomeado, não tinha relacionamento institucional com a BHTrans.

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