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Política

Imagem: Reprodução / 98 LIVE

"Povo não quer brigas palacianas", diz Zema sobre tensão entre STF e Bolsonaro

Governador de Minas Gerais participou ao vivo do 98 Talks e comentou sobre o fim do parcelamento dos salários dos servidores estaduais, a privatização da Cemig e a briga entre poderes em Brasília

Por Marcello Oliveira

O governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo), participou na noite desta quinta-feira (05) do 98 Talks; no papo, Zema comentou, entre vários assuntos, sobre a crise de poderes em Brasília e sobre o fim de parcelamentos de salário dos servidores do estado, o que já ocorria há mais de cinco anos.

“Nós estamos realmente satisfeitos de que amanhã, sexta-feira, seis de agosto, depois de cinco anos e meio de assombrações e fantasmas, o estado de Minas vai acordar um pouco melhor amanhã, o servidor público e os aposentados vão passar a poder contar com o pagamento todo quinto dia útil de cada mês e isso é fruto de um trabalho intenso que fizemos, reduzindo as despesas e tornando o estado realmente eficiente”, comentou Zema ao abrir sua participação no programa.

Tensão em Brasília

Sem citar nomes, o governador comentou a briga entre o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) e integrantes do Judiciário. “O Brasil é um país carente de reformas e melhorias e me parece que ali fica um mandando pedra no outro é como se você tivesse uma casa que precise de ser limpa, ser pintada e o seu vizinho a mesma coisa e ao invés de cada um pegar uma vassoura, tinta e rolo de pintura, fica um mandando barro na casa do outro, mandando pedra... muita intriga, muita fofoca e planos para o futuro são poucos, parece que nos acostumamos aqui com a mediocridade, com a ruindade e com esse clima de fazer intrigazinha, parece que o poder público está alheio ao que o povo precisa, o povo quer emprego, renda, vacina e não brigas como temos visto”, disse o governador sobre a tensão em Brasília.

 Privatização da Cemig

O governador comentou sobre as privatizações, uma das bandeiras do partido Novo. “Nós sabemos que a Cemig, nos últimos 20 anos, ao invés de investir em Minas Gerais, ela investiu no sul da Bahia... investiu no Rio de Janeiro, na Light e nós já vendemos a Light, a Cemig colocou em seus cofres mais de R$ 20 bilhões com a venda da Light e todo esse dinheiro está sendo investido aqui dentro de Minas Gerais para melhorar o atendimento ao consumidor mineiro... e nós vamos continuar fazendo esses desinvestimentos das subsidiárias e num segundo passo o que nós queremos é a privatização da Cemig”, afirmou o governador. 

Confira a entrevista completa no vídeo abaixo


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