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Política

Imagem: Divulgação/PBH

Reativação da Frente Mineira de Municípios com Kalil de presidente gera desconforto com prefeitos

Segundo interlocutores, a FMP foi feita "às pressas" apenas para atender Kalil e fazer com que o prefeito de BH consiga uma "desculpa" para rodar o interior do Estado em pré-campanha

Notícias

Lucas Ragazzi

Jornalista dos programas Central 98 e 98 Talks, especialista em política


A reativação da Frente Mineira de Municípios (FMP) com o prefeito Alexandre Kalil (PSD) como seu presidente, nesta quinta-feira (12), gerou um desconforto e nova cisão entre prefeitos próximos da Associação Mineiras dos Municípios (AMM). 

Segundo interlocutores, a FMP foi feita "às pressas" apenas para atender Kalil e fazer com que o prefeito de BH consiga uma "desculpa" para rodar o interior do Estado em pré-campanha. Pesquisas de intenção de voto têm mostrado que Kalil ainda é desconhecido em várias regiões de Minas e, no entendimento de seu staff, precisa atuar pelo interior para diminuir a distância de votos do governador Romeu Zema (Novo).

O prefeito de Coronel Fabriciano, Marcus Vinicius Bizarro (PSDB), chegou a afirmar que irá entrar na Justiça contra a criação da FMP. Bizarro é colocado como um dos pré-candidatos a assumir a AMM após término do mandato de Julvan Lacerda. 

Outro ponto levantado é o vice de Kalil na FMP: trata-se do prefeito de Teófilo Otoni, Daniel Sucupira (PT). Petista ligado ao alto escalão do PT mineiro, Sucupira também já vinha se desentendendo com membros da AMM.

* Esta coluna tem caráter opinativo e não reflete o posicionamento do grupo.
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