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Política

Secretário Jackson Machado será 1º ouvido pela CPI da Covid

Secretário de Saúde vai ser convocado pela Comissão que investiga os gastos da Prefeitura de BH com a pandemia

Por Lucas Rage

(Rodrigo Clemente / Flickr / PBH)

O Secretário de Saúde de Belo Horizonte, Dr Jackson Machado, será o primeiro a depor na CPI da Covid, que investiga os gastos da Prefeitura de BH durante a pandemia. A previsão foi antecipada à Rádio 98 nesta quinta-feira (27), pelo vereador Irlan Melo, relator da Comissão.

“Normalmente, o cronograma [da CPI] deixa as oitivas para o final. Mas por conta de tantas informações prévias que já temos, provavelmente iremos convocar o secretário [Jackson] para que ja fale em cima da documentação que a gente tem (...) No dia 17 [de maio] provavelmente, já teremos a presença do Doutor Jackson Machado, para prestar informações”, explicou Irlan Melo, ao Rocknews.

A CP teve hoje sua primeira reunião com a mesa diretora oficialmente composta. Além da relatoria de Irlan Melo, a sessão desta quinta foi presidida pelo vereador Professor Juliano Lopes (PTC)

Durante a reunião, foram aprovados requerimentos dos vereadores Ciro Pereira (PTB) e Flávia Borja (Avante).

‘Transparência’

Para Irlan, o objetivo da CPI é trazer esclarecimento à população. “É uma ótima oportunidade para a prefeitura provar que está agindo de forma lista, correta. E também daqueles que não acreditam que de demonstrar há ilicitude no tratamento do dinheiro que vem do erário público”, afirma Irlan.

Ainda segundo o relator, já há documentadas discrepâncias em gastos no combate à pandemia, que serão investigadas. “Já temos informações de álcool em gel que foram adquiridos por um valor e posteriormente eles estavam em um valor muito mais alto. A questão é saber se isso é mercado, se é por conta da dificuldade da aquisição dos insumos. Isso vai ser demonstrado no curso das investigações”, afirmou. “Não há um juízo de valor, diferentemente do que verificamos em outras CPIs. Nós não estamos partindo do ponto de vista de que há algo irregular”, explicou o relator.



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