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Saúde

Anvisa facilita processo para aprovar uso emergencial de vacinas no Brasil

Agência retirou a exigência de estudos de fase 3 no país. Medida abre possibilidade para vacinas como a Sputnik V e Moderna

Por Fernando Motta

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) mudou regras para que empresas peçam o uso emergencial de vacinas para covid-19 no Brasil. A partir de agora não há mais a exigência de que estudos de fase 3 estejam em andamento no País.

A medida foi anunciada no momento em que a Anvisa é pressionada para liberar o uso do imunizante Sputnik V, desenvolvido pelo Instituto Gamaleya, da Rússia. No Brasil, a União Química afirma que pode receber 10 milhões de doses prontas do imunizante até março. Além disso, entregar 150 milhões de unidades em 2021, somando a produção que seria feita no Brasil.

A retirada desta exigência também pode facilitar a entrada de outras vacinas no País, como a da Moderna e a do laboratório indiano Bharat Biotech.

Agora, a Anvisa pede que as pesquisas da última fase estejam junto ao pedido.

Antes, a agência exigia que qualquer fabricante de vacinas conduzisse testes de fase 3 no Brasil para que pudesse pedir o uso emergencial. Quatro farmacêuticas fizeram testes no país: a Pfizer, a Johnson, Oxford e a Sinovac. Até agora, apenas as vacinas de Oxford e da Sinovac foram aprovadas emergencialmente e estão sendo aplicadas na população.

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