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Saúde

Os vereadores da Câmara de Belo Horizonte mantiveram o veto do prefeito Alexandre Kalil (PSD) ao projeto de lei que queria colocar as atividades físicas no rol de serviços considerados essenciais. Ao todo, foram 20 votos a favor e 16 contra. Eram necessários 25 posicionamentos contrários ao veto.

Ao vetar o projeto, o prefeito afirmou que considerou a proposição inconstitucional. Segundo ele, ela transgride norma geral editada pela União sobre proteção e defesa da saúde. 

Kalil argumentou, ainda, que a decisão teria que ser tomada pelo Comitê de Enfrentamento à Covid, com base em critérios científicos e análises estratégicas, para determinar se tais providências são necessárias e suficientes para salvar vidas.

O texto, de autoria do vereador Professor Juliano Lopes (PTC), havia sido aprovado no dia 14 de junho com 36 votos a favor e 4 contra e previa a autorização da prática de exercícios em academias e praças públicas. 

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