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Saúde

CDL/BH faz pedidos à prefeitura diante fechamento da cidade

Entidade faz apelo para que prefeitura intensifique fiscalizações de aglomerações e abertura de novos leitos

Por Marcello Oliveira

A Câmara de Dirigentes Lojistas de Belo Horizonte (CDL/BH) se manifestou no início da noite desta sexta-feira (05) sobre a decisão da prefeitura de BH em proibir o funcionamento do comércio não essencial na cidade a partir das 14h deste sábado (06).

Em nota, a entidade diz entender que estamos no pior momento da pandemia, mas lamenta que a decisão de Alexandre Kalil tenha sido anunciada menos de 24 horas antes do fechamento. A CDL fez ainda cinco reivindicações para a Prefeitura:

A Câmara de Dirigentes Lojistas de Belo Horizonte (CDL/BH) compreende a decisão da Prefeitura de Belo Horizonte de mais uma vez fechar o comércio da cidade. Neste momento, quando o país vive o maior pico da pandemia, temos que reunir todos os esforços para que possamos salvar vidas. Lamentamos somente que esse anúncio tenha sido feito menos de 24 horas antes do fechamento. Isso prejudica ainda mais a situação do comércio. Também queremos fazer cinco reivindicações para a Prefeitura.

“Tenha o máximo de empenho na abertura de novos leitos. Porto Alegre, com um milhão de habitantes a menos que BH, tem quase o mesmo número de leitos de UTI que a nossa capital. Temos 293 e a capital gaúcha tem 278. Curitiba, com 500 mil habitantes a menos, tem mais leitos que a gente - 378.  Tem que melhorar a fiscalização. As aglomerações não estão acontecendo em lugares fechados. Estão acontecendo em lugares públicos. Se alguém liga para o 156 para denunciar uma aglomeração, o atendente fala que a vistoria será feita em cinco dias. A fiscalização tem que agir na hora. Outra reivindicação é que a Prefeitura estabeleça o diálogo com as entidades que estão dispostas a cooperar. Nós podemos colaborar muito. Entendemos também que Belo Horizonte tem que liderar uma ação sintonizada com os municípios da região metropolitana. Não adianta fechar aqui se os municípios vizinhos não estão fechados. E, por último, a Prefeitura tem que buscar o diálogo com o governo do Estado. É inadmissível uma tragédia dessas como a que estamos vivendo e a Prefeitura não ter o mínimo de diálogo com o governo do Estado para enfrentar o problema de forma conjunta.”, finaliza o pedido na carta, que é assinada pelo presidente da CDL/BH, Marcelo Souza e Silva.

 

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