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Saúde

Com ressalvas, Anvisa aprova importação excepional da Sputnik V e Covaxin

Apesar da aprovação, a Anvisa solicitou que fossem seguidos protocolos com vistas para uso controlado dos imunizantes.

Por Vinícius Silveira

Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

Com ressalvas, a Agência de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou a importação excepcional das vacinas Sputinik V e Covaxin, para aplicação contra a Covid-19. Anteriormente, a agência havia rejeitado a compra das vacinas, mas a situação mudou após novas documentações enviadas pelas fabricantes.

Apesar da aprovação, a Anvisa solicitou que fossem seguidos protocolos com vistas para uso controlado dos imunizantes. Em caso da reprovação do uso emergencial das duas vacinas, a aplicação será suspensa imediatamente. 

As vacinas não serão aplicadas em pessoas com menos de 18 anos e maiores de 60 anos, pessoas com hipersensibilidade a vacina, grávidas, lactantes, mulheres em idade fértil e que desejam engravidar nos próximos 12 meses, enfermidades graves ou não controladas

Estão proibidas de receberem as vacinas, pessoas que tenham usado outra vacina contra a Covid-19, que tenham febre, HIV, hepatite B ou C, que tenha tomado qualquer vacina nos últimos 30 dias; passado por tratamentos nos últimos 36 meses; recebido imunoglobinas, ou hemoderivados nos últimos três meses; recebido terapias com anticorpos e derivados. 

As vacinas devem ser importadas em doses fabricadas em locais inspecionados pela Anvisa; aprovados pelo Instituto Nacional de Controle de Qualidade em Saúde, da Fiocruz; rótulos e bulas escritos em português e comunicação que o imunizante não tem avaliação da Anvisa quanto a eficácia, segurança e qualidade.

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