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Saúde

Fiocruz avalia efeito da Coronavac em profissionais do Hospital da Baleia

Resultado preliminar já identificou anticorpos em 89% dos vacinados com a segunda dose; ideia é verificar a necessidade de uma eventual dose de reforço do imuizante

Por Marcello Oliveira

Trinta dias após receberem as duas doses da vacina contra o coronavírus, a Coronavac, produzida pelo Instituto Butantan, profissionais do Hospital da Baleia, em Belo Horizonte, apresentaram anticorpos contra a Covid-19.

 Coleta do material continua nesta sexta-feira (09) para finalizar a segunda parte do estudo, que deverá ser divulgado nos próximos dias, explicando porque 89% dos funcionários apresentaram anticorpos e 11% não.

Segundo explicou a Fiocruz, que está encabeçando o estudo, a expectativa ao término da pesquisa é que todos os funcionários da unidade de saúde, ou quase todos, tenham anticorpos, mas caso algum exame não revele reagentes, os estudos serão ainda mais detalhados, pois nestes casos não serão medidos apenas o nível de anticorpos, mas serão feitos estudos celulares para entender o que ocorreu. Apesar da possibilidade dos anticorpos não serem visíveis em exames, a Fiocruz afirmou que todos estão protegidos e imunizados contra a Covid-19.

O objetivo da pesquisa, que vai durar dois anos, é saber por quanto tempo dura a resposta imunológica do corpo após vacinação e se serão necessárias doses de reforço e em quanto tempo ela deverá ocorrer. A fundação acredita que o efeito da vacina em duas doses possa durar “anos”.

Inicialmente, 440 profissionais do Hospital da Baleia estão participando do estudo voluntariamente. 

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