Carregando...

Saúde

'Não há outra opção' diz Conselho de Saúde ao recomendar lockdown em BH

Conselho pede ainda que sejam abertos novos centros de saúde para auxiliar as UPAs em BH

Por Da redação

O Conselho Municipal de Saúde se reuniu com a Prefeitura de Belo Horizonte na manhã desta segunda-feira (22) para pedir a adoção de um plano emergencial de abertura de leitos e um lockdown de ao menos duas semanas na capital mineira. O grupo solicita ainda que as medidas sejam acompanhadas de apoio emergencial à desempregados, trabalhadores informais e pequenas empresas.

Em entrevista ao Central 98, o secretário geral do Conselho Municipal de Saúde, Bruno Pedralva, disse que o plano é abertura de um centro de saúde por regional, que funcionem 24h, para ajudar as UPAs que estão sobrecarregadas.

Lockdown

Segundo ele, o lockdown em BH é inevitável. "Não há outra opção. É uma intervenção de saúde, não é política, isso é necessidade para salvar vidas", disse.

Pedralva avalia que a situação é gravíssima e já não se trata mais de vontade ou capacidade da prefeitura, dos SUS, dos médicos, das UPAs ou dos enfermeiros. "Os recursos já estão saturados. Há indisponibilidade de profissionais", disse.

Ele avalia ainda que há a possibilidade de faltar respiradores e medicamentos para intubação se o ritmo da pandemia se mantiver.

Manifesto

Além do Conselho Regional de Saúde, assinam o manifesto enviado à PBH o Conselho Regional de Enfermagem de Minas Gerais (Coren-MG), o Sindicato dos Servidores e Empregados Públicos de Belo Horizonte (Sindibel), o Sindicato dos Médicos de Minas Gerais (SindMed-BH), o Sindicatos dos Psicólogos de Belo Horizonte (PSind), o Conselho Estadual de Saúde (CES-MG) e a Arquidiocese de Belo Horizonte.

Confira a entrevista completa:


Enquete

Carregando...

Colunistas

Carregando...

Podcasts

Carregando...

Saiba mais