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Saúde

Imagem: Pfizer/Divulgação

Pfizer enviará 13 milhões de doses de vacina ao Brasil até 01 de agosto

As vacinas chegarão no Aeroporto de Viracopos em 13 voos vindos de Miami

Por Da Redação

A Pfizer entregará ao Ministério da Saúde, nas duas últimas semanas de julho, 13.265.460 milhões de doses da vacina ComiRNAty, contra a COVID-19, produzida em parceria com a BioNTech. O aeroporto de Viracopos, em Campinas, receberá, no total, 13 voos vindos de Miami, nos Estados Unidos, entre os dias 20 de julho e 1⁰ de agosto. Somados aos lotes anteriores, mais de 30 milhões de doses terão sido entregues ao Governo Brasileiro neste primeiro semestre de 2021.

 A operação no aeroporto de Viracopos deve se intensificar entre os meses de agosto e setembro, já que há previsão de chegada de quase 70 milhões de doses – que fazem parte do primeiro acordo firmado no dia 19 de março e que contempla a disponibilização de 100 milhões de vacinas até o final do terceiro trimestre de 2021. O segundo contrato, assinado em 14 de maio, prevê a entrega de outras 100 milhões de doses entre outubro e dezembro. Ao longo do ano, a Pfizer e BioNTech irão fornecer um total de 200 milhões de doses de vacina ao Brasil para apoiar o combate à pandemia.

As doses do imunizante que estão chegando ao Brasil são produzidas na fábrica da Pfizer, em Kalamazoo, no Michigan, nos Estados Unidos. As vacinas são despachadas de avião até o Aeroporto Internacional de Miami, nos Estados Unidos, para então seguir viagem rumo ao Brasil. Os imunizantes serão descarregados do avião entre 30 minutos e 1 hora, dependendo da quantidade, e enviados para o centro de distribuição do Ministério da Saúde, em Guarulhos. De lá, as vacinas seguirão para os mais de 38 mil postos de vacinação espalhados pelo país.

A Pfizer desenvolveu um plano logístico detalhado, bem como ferramentas para apoiar o transporte eficaz, o armazenamento e o monitoramento contínuo da temperatura da vacina contra a COVID-19.

Além de toda a estrutura de câmaras frias e ultra freezers instalados nas fábricas, para possibilitar o transporte aos diferentes países, a empresa desenvolveu uma embalagem especial capaz de armazenar a vacina congelada, com uso de gelo seco, que a mantém na temperatura de -60 a -90 graus. Nessa embalagem, os frascos podem ser mantidos por até 30 dias, desde que haja troca do gelo seco a cada 5 dias. A temperatura da vacina é constantemente monitorada por um "datalogger", um dispositivo que monitora a temperatura interna da caixa e é acompanhado, via satélite, em tempo real. As doses somente são distribuídas para os pontos de vacinação se os relatórios emitidos após a entrega demonstrarem que não houve qualquer excursão de temperatura relevante durante todo o trajeto.

Até o momento foram produzidas mais de 1,2 bilhão de doses da vacina Pfizer-BioNTech COVID-19. Em todo o mundo, já foram enviadas mais de 860 milhões de doses para mais de 100 países, incluindo o Brasil. A Pfizer apresenta uma taxa de sucesso de 99,9% em enviar lotes da vacina ao seu destino dentro de todos os parâmetros pré-estabelecidos.

Com base nas projeções atuais, a Pfizer e a BioNTech estimam que podem fabricar até 3 bilhões de doses da vacina, no total, até o final de 2021. Para 2022, a produção estimada é de 4 bilhões de doses.

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