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Saúde

Saúde reconhece novo aumento da Covid-19 em MG e pede distanciamento social

Sete regiões do Estado regrediram para ondas mais restritivas do programa Minas Consciente; apenas três continuam na onda Verde

Por Fernando Motta

A Secretaria de Saúde de Minas Gerais reconheceu que houve um aumento expressivo no contágio e no número de internações pela Covid-19 nas últimas três semanas no Estado. O secretário Carlos Eduardo Amaral pediu que os "gestores de saúde estejam alinhados em aumentar as medidas de distanciamento social".

Segundo ele, o aumento na ocupação das Unidades de Terapia Intensiva (UTIs) - que está em 68% - se deve também porque a experiência no combate à doença demonstrou maior eficácia quando o tempo de internação é maior.

Nesta quinta-feira (3), foi anunciado a regressão de sete regiões do Estado para ondas mais restritivas do programa Minas Consciente

As macrorregiões Centro, Centro-Sul, Norte e Oeste saem da onda verde e retornam para a onda Amarela - que já tinha as macrorregiões Sudeste, Sul e Vale do Aço.

As macrorregiões Jequitinhonha, Leste do Sul e Nordeste foram da onda Amarela para a onda Vermelha - que já tinha a macrorregião Leste.

Apenas as macrorregiões Noroeste, Triângulo do Norte e Triângulo do Sul permanecem na onda Verde.

Vacina

Amaral revelou a assinatura de um memorando de entendimento entre o Governo de Minas com a Covaxx, empresa internacional com unidades nos EUA, China e Taiwan.

Segundo ele, isso sinaliza que a partir de agora MG terá conversas reais com a instituição para "caminhar para uma parceria de um acordo real".

Amaral disse que Minas participará das pesquisas da vacina e, caso haja eficácia, irá "conversar com o Ministério da Saúde".

"Quem determinará a aplicação será o programa nacional de imunização, coordenado pelo Ministério da Saúde" juntamente com as secretarias.

Segunda onda e Hospital de Campanha

Amaral disse que não entende esse cenário como uma "segunda onda, até porque nós não tínhamos acabado a primeira".

Embora haja aumento na ocupação de leitos, ele disse que ainda há cerca de 5 mil disponíveis no Estado e ainda não cogita a remontagem dos hospitais de campanha. "Não temos nenhuma região com 100% de ocupação", afirmou.

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