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Após encontro com entidades, BH não retoma flexibilização

Prefeito Alexandre Kalil agendou uma nova reunião com empresários para a próxima semana, onde vai decidir se avança na flexibilização

Por João Henrique do Vale - Cidades15/07/2020
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Belo Horizonte segue com a abertura apenas de comércios de setores considerados essenciais. Em reunião de mais de duas horas com representantes de várias entidades de comércio nesta quarta-feira, foi discutido o protocolo para a retomada da economia. Entretanto, o prefeito Alexandre Kalil e secretários da administração municipal informaram aos empresários que não é hora de reabrir devido a fase atual da doença na cidade.

No encontro estiveram presentes entidades que representam alguns setores que, segundo a PBH, ainda não haviam conversado a administração municipal. Entre eles, drive-ins, vestuários e shoppings. A Câmara de Dirigentes Logistas (CDL) e a Associação Brasileira de Bares e Restaurantes (Abrasel) não foram convidadas para participar da reunião.

O secretário Municipal de Planejamento, Orçamento e Gestão, André Reis, afirmou que as duas entidades estão tendo abertura para o diálogo com a prefeitura. "Fora deste espaço, a gente vem se encontrando com muita gente o tempo todo. Conversamos com Abrasel e CDL também. Nesta reunião - e foi o que o prefeito pensou -, buscamos setores que não abriram até agora. Todo mundo que estava aqui é de setores que não abriram", afirmou em entrevista coletiva.

Proposta de abertura

O presidente do Sindicato dos Lojistas (Sindilojas) da capital, Nadim Donato, informou que concorda com a prefeitura de que não é hora da reabertura. Informou, ainda, que a administração municipal vai analisar uma proposta dos empresários de abrir todos setores da economia em quatro dias da semana e fechar outros três.

"Os números ainda não são bons, infelizmente. Não vai haver reabertura na próxima semana, mas a prefeitura ficou de estudar um ‘quatro por três’ proposto por nós. O Sindilojas fez uma proposta, junto com outros sindicatos, de abertura de ‘quatro dias por três’. Seriam quatro dias em que todo o comércio abriria as portas, e três dias fechados", disse Nadim.

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