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Meio ambiente

Imagem: Corpo de Bombeiros / Divulgação

Minas lança Força-Tarefa para combater incêndios criminosos no estado

Grupo conta com participação da Secretaria do Meio Ambiente, Instituto Estadual de Florestas, Polícias Civil e Militar e Corpo de Bombeiros

Por Lucas Rage e João Henrique do Vale

O Governo de Minas Gerais vai fechar o cerco aos incêndios criminosos que têm tomado conta do Estado. 

A Secretaria de Estado de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável (Semad) e o Instituto Estadual de Florestas (IEF) anunciaram, nesta segunda-feira (13) a criação de uma Força-Tarefa de fiscalização ostensiva nas Unidades de Conservação de Minas Gerais. 

O grupo conta ainda com a participação da Polícia Militar de Minas Gerais, Polícia Civil e o Corpo de Bombeiros, e vai monitorar atividades em seis unidades de conservação sob gestão do IEF. 

São elas:

  • Parque Estadual Serra do Ouro Branco;
  • Parque Estadual Serra do Papagaio
  • Parque Estadual Serra do Cabral
  • Área de Proteção Ambiental Cochá e Gibão
  • Parque Estadual Serra do Rola Moça;
  • Parque Estadual Biribiri.

A ação acontece diariamente, de 6h às 18h. Nesse período, policiais das companhias locais, apoiados por militares do Comando da Polícia de Meio Ambiente, farão rondas para deflagrar a ação de incendiários que, de forma criminosa ou não, iniciam o fogo nas áreas protegidas do estado, causando prejuízos para flora e para a fauna, além de gastos para os cofres públicos.

Polícia Civil vai investigar ocorrências

O envolvimento da Polícia Civil se dará por meio de agentes destacados para as investigações para determinar as causas dos incêndios que, neste ano, já queimaram de janeiro até o dia 12 de setembro, mais do que a média histórica dos últimos sete anos, quando comparado de janeiro a 30 de setembro.

O incêndio florestal é crime ambiental previsto no artigo 41 da Lei 9.605/98 (Lei de Crimes Ambientais), com pena de reclusão de 2 a 4 anos e multa. Para a investigação, a Polícia Civil de Minas Gerais utiliza técnicas que auxiliam na identificação de infratores, como entrevistas de campo, análise pericial do local, sobrevoos com drones de alta tecnologia, entre outras medidas que têm contribuído para elucidar crimes ambientais.


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