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Imagem: Divulgação / Atlético

Galo: críticas, sim. Injustiça, não

Eu sou atleticano e tenho essa mania: ser justo e grato com quem merece


Ricardo Kertzman

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Empresário, colunista e contestador por natureza. Reza a lenda que, ao nascer, antes mesmo de chorar, discutiu com o obstetra e reclamou do hospital. Seu temperamento impulsivo só não é maior que seu imenso bom coração


Opinião e bumbum cada um tem os seus, e é justo e legítimo que assim seja. Porém, nem justo nem legítimo é opinar contrário aos fatos, pois ou teremos mera desinformação ou mentira nua e crua. Opinião deve ser amparada por números e dados. Quem me acompanha sabe que escrevo e falo sempre a partir de premissas reais, jamais achismos de botequim ou grupos de WhatsApp.

O torcedor atleticano pode gostar, ou não, do presidente Sérgio Coelho. Pode gostar, ou não, dos 4 Rs (deixando bem claro, em nome da honestidade editorial, que eu gosto). Pode, inclusive - e deve! -, criticar à vontade o baixo rendimento do time, este ano e ano passado, ou mesmo a forma de administração do Clube. Só não pode negar a realidade e deixar de reconhecer os méritos.

Um levantamento detalhado mostra que a gestão Sérgio Coelho é para lá de bem-sucedida, esportivamente falando. Além dos títulos conquistados (Campeonato Brasileiro, Copa do Brasil, Supercopa do Brasil e tetracampeonato do Mineiro), o Galo é o segundo time com mais pontos ganhos no Brasileirão, desde 2021, quando iniciou-se sua gestão.

De lá para cá, o Atlético acumulou 191 pontos ganhos, atrás apenas de Palmeiras com 200 pontos, e à frente de Flamengo (183), Fluminense (169), Corinthians (161) e Internacional (159). Se o critério for à partir de 2020, quando os 4 Rs começaram a gerir o Clube, o Galo sobe para o primeiro lugar com 259 pontos, desbancando o Palmeiras (258) e o Flamengo (254).

Desde que essa turma começou a administrar o CAM, o Clube terminou o Brasileirão em 3º lugar (2020), 1º (2021), 7º (2022) e atualmente ocupa o 6º lugar (2023). Por presidente, temos Sérgio Coelho, em primeiro, com média de 64 pontos ganhos, Daniel Nepomuceno com 62, Sergio Sette Câmara com 58 e, em último e desonroso lugar, Alexandre Kalil com apenas 56 pontos ganhos.

Outras conquistas históricas e não menos importantes, fora do campo, são a Arena MRV, a Sociedade Anônima de Futebol (SAF) e o Campeonato Brasileiro de 1937. De novo: são fatos! Não é opinião, achismo ou mera torcida (ou admiração) por Sergio Coelho e os 4 Rs. Mas reconhecimento - e gratidão - por tudo que esse pessoal tem nos dado. Eu sou atleticano e tenho essa mania: ser justo e grato com quem merece.

* Esta coluna tem caráter opinativo e não reflete o posicionamento do grupo.
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